Centenas de pessoas se reúnem contra a Buriti Empreendimentos em Parauapebas

Alguns moradores já receberam mandados judiciais para desocuparem as propriedade.
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Um grupo de moradores do Bairro Cidade Jardim, em Parauapebas, se reuniram nesta noite de terça-feira (18), para discutirem andamentos e respostas dos processos contra a então imobiliária que é responsável pelos financiamento e venda dos lotes. Já houve uma ‘briga’ enfrentada com ministério público contra a empresa e que ainda tramita a fins de respostas, esse foi um dos motivos da reunião que iniciou as 8h, no meio da rua, que foi interditada.

Os moradores reivindicam as revisões dos contratos no tocante a  juros e reajustes abusivos que vêm sofrendo  pela lenteadora, diante ao cenário de crise, também reclamam da infra estrutura entregada pela empresa imobiliária, alegando são usufruírem do que foi vendido, por isso, também, o protesto do não pagamentos das parcelas ocasionando um alto índice de inadimplência para a empresa.

“Parece que estamos morando em uma favela, o Cidade Jardim tem qualidade de favelas, não é o que pagamos para ter. Não pago, enquanto não houver acordo! Parei de pagar porque estamos morando em uma favela”, declarou um dos moradores ao usar o microfone.

Moradores 1h hora antes de começar os pronunciamentos da Comissão

Há também diversos mandados judiciais em desfavor de alguns moradores que perderam processos na justiça e tiveram que desocupar as propriedades, que retornaram aos domínio da empresa. Apesar disso, os moradores estão reunidos e apresentam resistências contras essas medidas. Um dos líderes deixou claro que no momento que passarem por esse constrangimentos, basta contatá-lo.

Ninguém tem direito de tirar você de entro de sua casa, quando a justiça ou a polícia chegar pra lhe colocar pra fora, basta me ligar que vou lá. Não sou advogado, mas entendo um pouco de leis. Onde tem a lei que fala isso?

No mês de Junho foi realizado um abaixo assinado, organizado pela comissão criada pelos moradores, que foi encaminhado à Belém. Uma das respostas dessas reivindicações junto aos órgãos fiscalizadores eram para serem apresentadas hoje na reunião, realizada em meio a uma rua interditada, mas segundo os representantes não obtiveram as respostas do Ministério Público.

“Os procuradores ficaram espantados com a quantidade de assinaturas que levamos, contra  a Buriti, e dessa vez vai ser mais”

Por aclamação dos populares ficou acordado que iriam esperar até o dia 1º de Agosto, caso não obtiverem as devidas respostas do ministério público irão protestar perante ao órgão.

“Vamos esperar até o fim do mês, dia 1º se não tivermos resposta vamos parar tudo”, disse um dos líderes.

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