Coluna do Kleysykennyson Carneiro

Pedi de coração o direito de escrever uma coluna semanal aqui. E me foi dado, também de coração, esse direito de escrever para o público algumas ideias, fragmentos de incertezas, convicções políticas e meandros existenciais.

Prometo evitar clichês; óbvio que às vezes os clichês são necessários, mas enquanto puder evitar estes artifícios do senso comum, o farei.

Soube, desde o início, que essa coluna escrita por mim seria lida, principalmente, por pessoas conservadoras. Prometo ser absolutamente controverso e incomodar os conceitos arcaicos destes; se isto for polêmica, então a farei.

Entendo que não podemos mais viver sem que o debate progressista esteja presente na sociedade. Então, o faremos! Como a mosca que pousa na sopa, iremos adiante!

Hatters gonna hate!

Acho um fenômeno impressionante a nossa sede por odiar sempre um pouco mais nas redes sociais; há uma turma, absolutamente paciente e cheia de disponibilidade, que vive da disseminação do ódio. A grande questão é que esses não são pagos para isso, o que é meio confuso, pois como alguém consegue exercer uma profissão sem a digna remuneração? É o ódio pelo ódio, questão psiquiátrica talvez? Bom, não sei.

O caso é que esta coluna tratará de questões delicadas. Falaremos do sagrado e do profano. Do amor e do ódio. Do conservadorismo e do progressismo. Da burguesia e do proletariado.

E vamos aguardar os haters!

Eles sempre virão.

Mas não vão calar essa coluna! A gente vai à luta sem medo, sempre!

As palavras são necessárias; mais agora do que nunca!

E, sim, Taylor (Swift) estava certa:

“Hatters gonna hate, hate, hate”!

Mas quem se importa?

Enquanto isso, lovers gonna love, love, love.

Por.

Kleysykennyson Carneiro – Escritor, poeta, militante da esquerda, progressista, entusiasta do amor e da paz, pai da Maria e do Raul.