Operações da Vale geraram R$ 166 milhões em arrecadação para Canaã em três meses

Entre os empregados da operação do Sossego aqui em Canaã, está Kilma Cunha, que hoje é a gerente de operações na mina
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Kilma Cunha comanda a operação da mina do Sossego e lidera uma equipe de mais de 300 pessoas

Canaã dos Carajás recebeu, entre os meses de julho e setembro deste ano, R$166,5 milhões de compensação pela exploração mineral (Cfem) e de Imposto sobre Serviços (ISS) pagos pela Vale. No total, segundo publicação trimestral divulgada pela empresa, a Vale gerou, neste mesmo período, R$ 1 bilhão em pagamentos de CFEM e outros tributos destinados ao Governo do Pará e às prefeituras onde a empresa mantém atividades e também à União.

Atualmente, a Vale emprega mais de 32 mil pessoas no Estado. Em Canaã dos Carajás, entre os profissionais, está a Kilma Cunha, que reside há 17 anos no Pará e está há dois no comando da operação da mina do Sossego. Ela integra um efetivo de mulheres que, cada vez mais, está ocupando diversas funções, desde a operação em campo até cargos de liderança na mineração. Este aumento, inclusive, é uma das metas da empresa. No ano passado, a Vale estabeleceu o objetivo de dobrar sua força de trabalho feminina até 2030, passando de 13% para 26%.

Antes de chegar à gerência, onde comanda uma equipe de mais de 300 pessoas entre homens e mulheres, Kilma trilhou várias etapas. Foi trainee, engenheira, supervisora e atuou fora do Brasil. Segundo ela, para crescer é preciso determinação. “Não podemos desistir dos nossos sonhos e desafios. Sempre vamos encontrar barreiras ao longo da nossa trajetória profissional, mas você não pode desistir do seus sonhos e de se posicionar sobre aquilo que você quer”, conta ela.

Kilma é uma das 32 mil pessoas, que atuam hoje nas operações da Vale no Pará, as quais geraram o total de R$ 1 bilhão destinado ao Governo e às prefeituras, no último trimestre. A CFEM representou a maior fatia, equivalente à R$ 625,8 milhões.

A arrecadação da CFEM é distribuida aos municípios mineradores, que receberam o maior valor, R$ 375 milhões (60%). Já o Estado recebeu R$ 94 milhões (15%) e uma fatia igual a essa foi destinada aos municípios afetados pela atividade minerária, conforme a nova lei da CFEM que entrou em vigor em 2017. A União também recebeu sua porção (10% do total), cerca de R$ 62,5 milhões ao cofre público federal.

Após a CFEM ainda dentro do total de R$ 1 bilhão, está o ICMS com repasse de R$ 180,6 milhões ao Estado. Também ao Governo do Pará foram repassados R$ 127,8 milhões, referentes à Taxa de Fiscalização dos Recursos Minerais (TFRM) e à Taxa pelo uso de recursos hídricos (TFRH).

Além da CFEM, os municípios receberam também o repasse do Imposto sobre Serviços (ISS), que totalizou R$ 49,5 milhões no último trimestre.Considerando a compensação (CFEM) e ISS, apenas no último trimestre, outras cidades mineradoras como Parauapebas recebeu R$ 225 milhões nos meses de julho, agosto e setembro e Marabá, R$ 30,8 milhões. Você pode conferir a publicação aqui.

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