Parceria da Vale com Unifesspa estimula estudo sobre cavernas em Carajás

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O convênio de cooperação técnico-científica da Vale com a Universidade Federal do Sul e do Sudeste do Pará (Unifesspa) tem ampliado a produção científica sobre as cavidades naturais na Unidade Espeleológica de Carajás. A colaboração, que começou em 2011, produziu 15 trabalhos de conclusão de curso, oito projetos de iniciação científica, sete dissertações de mestrado e uma tese de doutorado, que está em andamento.

De acordo com a mineradora, os estudos têm o objetivo de aprofundar o conhecimento sobre os aspectos geológicos das cavidades naturais, identificar as características mineralógicas e geoquímicas dos espeleotemas, que são formações rochosas que ocorrem nas cavernas. Também é registrado os aspectos hidro geológicos e paisagísticos no entorno das formações.

Os dados técnico-científicos serão utilizados para aperfeiçoar a análise de classificação de relevância de cavidades, do ponto de vista geoespeleológico, que leva em conta o levantamento de dados qualitativos e quantitativos de atributos físicos das cavidades e do ambiente onde estão inseridas.

“Entre as muitas conquistas oriundas dessa parceria, podemos citar a qualificação dos estudantes e geólogos em um tema atual e importante para a mineração, até então pouco difundido no setor minerário”, afirma o coordenador do Programa na Unifesspa, professor Antônio Emídio de Araújo Santos Júnior.

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“Com o apoio do projeto, tive a oportunidade de desenvolver meu trabalho de conclusão de curso e agora a dissertação de mestrado, em um tema que é extremamente relevante”, diz Alan Albuquerque, que foi estudante de iniciação científica do projeto e agora é mestrando na área de geoquímica da Universidade Federal do Pará (UFPA).

Segundo a Vale, dez trabalhos apoiados pelo programa foram publicados no 14° Simpósio de Geologia da Amazônia (SGA), realizado em outubro, em Marabá (PA).

Após o término do convênio, o material coletado em campo será identificado, organizado, estudado e levado para as dependências da Faculdade de Geologia de Marabá e em Carajás. A expectativa, tanto da Vale, quanto da universidade, é de manter uma coleção para visitação pública. As informações são da assessoria de imprensa da Vale.

Portal Canaã com informações de NMB

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