URGENTE: Bolsonaro tem alta hospitalar após 23 dias da facada

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O candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) recebeu alta hospitalar neste sábado (29) após 23 dias de internação em decorrência da facada que levou no abdômen durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG), no dia 6 de setembro. A informação foi confirmada pelo deputado federal Major Olimpio (PSL-SP) e pelo presidente em exercício do PSL, Gustavo Bebianno.

Bolsonaro ainda está no Hospital Israelita Albert Einstein, na zona sul de São Paulo, onde chegou no dia 7 de setembro. No começo da tarde, ele deve ir em voo comercial para o Rio, onde mora em um condomínio na Barra da Tijuca, zona oeste da cidade. A alta ocorre no mesmo dia em que estão marcados protestos contra e a favor do candidato do PSL.

Procurada, a assessoria de imprensa do hospital informou que só vai se manifestar por meio de boletim médico, previsto para ser divulgar por volta das 15h.

A segurança na frente do hospital foi reforçada com agentes da Polícia Militar, além de carros e motocicletas da Rocam. Bolsonaro está sendo acompanhado por policiais federais que, por lei, fazem sua segurança desde que ele se tornou oficialmente candidato ao Palácio do Planalto.

Desde o início da manhã, a movimentação de jornalistas foi intensa na entrada principal do hospital, que sedia neste sábado um simpósio internacional de enfermagem. Participantes do evento que apoiam Bolsonaro ficaram aglomerados no local. Seguranças terceirizados do Albert Einstein tiveram trabalho para manter livre a circulação de pacientes e acompanhantes.

No período em que esteve internado, Bolsonaro passou por duas cirurgias: uma para estancar a hemorragia, logo após o ataque, e outra, também de emergência, para corrigir um problema no intestino.

O político estava com alta prevista para sexta-feira (28) e chegou a comprar passagem aérea para o Rio. A liberação, no entanto, foi adiada por conta de uma infecção.

Segundo o próprio Bolsonaro, a recomendação médica é que ele fique em repouso em sua casa até 10 de outubro, três dias após o primeiro turno. Se isso ocorrer, o líder nas pesquisas, não participará dos dois debates marcados para antes da votação no dia 7.

Durante o período em que esteve internado, Bolsonaro cresceu nas pesquisas e se consolidou na liderança. Segundo levantamento do Ibope divulgado um dia antes do ataque, Bolsonaro tinha 22%. No mais recente, do dia 26 de setembro, ele chegava a 27%.

Durante a internação, Bolsonaro tentou se manter no comando das ações à medida que ia se recuperando, mas acabou perdendo as rédeas da campanha.

“Infelizmente, nossa campanha está sendo comandada de dentro de um hospital”, comentou o filho dele, Flávio Bolsonaro, na última quarta-feira (26).

Ao seu lado estavam, além dos filhos, o presidente em exercício do PSL, Gustavo Bebianno, que buscou centralizar as decisões.

Porém, a campanha acabou enfrentando momentos de turbulência, sobretudo devido a declarações de homens de confiança do presidenciável, como o economista Paulo Guedes e o candidato a vide na sua chapa, General Mourão (PRTB).

A mais recente foi a repercussão de um comentário de Mourão em uma palestra para empresários no Rio Grande do Sul. O militar fez críticas ao pagamento de 13º salário e ao adicional de férias ao trabalhador.

Bolsonaro concedeu entrevista nesta sexta ao programa Brasil Urgente, da TV Bandeirantes, e afirmou ter enviado uma ordem a Mourão após a repercussão negativa: “Falei, sim, para ele ficar quieto. Afinal de contas, está atrapalhando realmente”.

UOL/BOL

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