EMPREGABILIDADE: Audiência acontece sem presença do Poder Executivo e apenas 2 dos 15 Vereadores

O Evento aconteceu com a presença de apenas dois (dos 15) Vereadores, e nenhum representante do Executivo. Vaias e críticas prevaleceram.
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Foto: Cássio Augusto

Com o plenário lotado, o dia da audiência que discutiu o tema Empregabilidade (17/03) por volta das 14:30, foi agitado, com a presença de movimento sociais, sindicatos, associações, outras autoridades e várias pessoas interessadas no desfecho do assunto. Empregabilidade em Parauapebas como todos enfatizaram, está em caso sério. A mão de obra operária há tempos cobram respostas e posições do executivo sobre alternativas e disponibilização de postos de trabalhos.

A audiência contou com dois vereadores e nenhum representante do Poder Executivo, apesar do auditório está lotado. Estima-se que pelo menos 600 pessoas estavam presentes.

A Prefeitura e a empresa Vale que esteve presente com alguns representantes, foram as citadas como responsável da escassez de oportunidades, sendo a empresa acusada de explorar o solo que pertence à todos e não dar respostas positivas sobre a crise e a Prefeitura por falta de diálogo com os representantes da classe trabalhista.

Esteve presente, também, o representante da OAB Parauapebas, o palestrante José Francisco Coord.  De Emprego e Renda do Pará e a sociedade cível e organizada.

A Ausência de representantes do Pode Executivo foi uma das principais críticas proferidas pelos interlocutores.  Representantes de várias classes repudiaram a falta de reponsabilidade por parte do executivo em não está presente em um momento tão importante e carente de respostas concretas. O então vereador, Marcelo sobe ‘vaias’ ainda propôs-se a ler a justificativa, injustificável, da não presenta de qualquer um representante do governo.

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O SINE, constantemente foi alvo de críticas por outrora ou ora está comprometido com Vereadores, sendo eles responsável pela deliberação de vagas, um ato corrupto exposto e evidenciado por várias lideranças que usaram a tribuna. Representantes do MST e vilas Palmares Sul e Palmares II fizeram discursos em defesa da classe trabalhadora, que em massa se fez presente. Classe diretamente afetada pela não inclusão trabalhista em grandes projetos realizados na região por empresas de fora.

A Vereadora Joelma, no uso da tribuna apresentou seu projeto de lei  que está em trâmite na casa, onde obriga as empresas locais ou instaladas no município que tenha no mínimo 15 empregados a empregarem pelo menos 50% dos trabalhadores locais sendo 15% da lotação destinados às mulheres. O Projeto também foi observado pelo representante do Sindicado de Metalúrgicos onde o mesmo afirmou que essa porcentagem já é aplicada, e assim (com apenas 50%) estaria abrindo espaço para que 50% fosse mão de obra de fora, o mesmo complementou que teria que ser 100%, pois o município tem necessidade e capacidade de oferecer essa mão de Obra.

Com a ausência estratégica do Pode executivo, ficou evidente o vácuo de propostas concretas e posições positivas que há tempos é esperada pela classe trabalhadora, ora afetada pela crise de oportunidades.

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A Ausência os parlamentares ficou evidente a incapacidade representativa e de conhecimento para se solucionar as graves questões expostas, como: qualificação, fiscalização, oportunidades e educação profissional para todos.

Equipe de Redação do Portal Canaã

 

 

 

 



 

 

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