Em Parauapebas, relatório dos conselhos expõe problemas em órgãos da assistência social

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O grupo de conselhos municipais composto pelo Conselho Municipal de Assistência Social (COMASP), Conselho Municipal dos Direitos das Crianças e dos Adolescentes (COMDCAP), Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Parauapebas (COMDPDP) e Conselhos Tutelares I e II concedeu entrevista coletiva na última sexta (26) e apresentou um relatório estarrecedor e macabro sobre a realidade da assistência social do município. As imagens são tão chocantes que tornam-se impossíveis não associar com um pacto diabólico para destruir as pessoas em condições vulneráveis – principalmente as crianças. Se o Hitler estivesse vivo, seria capaz de chorar diante de tão degradantes imagens.

Os conselhos reunidos produziram um relatório completo e minucioso e encaminharam para todos os órgãos fiscalizadores das esferas municipal, estadual e federal. Na coletiva, afirmaram que já cansaram de informar e pedir providências ao gestor e ver a situação só piorando.

Todos os órgãos que compõem o quadro da assistência social estão literalmente falidos. Abrigos de crianças e adolescentes em situação de risco, abrigo de idosos, Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) Centros de Inclusão Digital, Centro Pop, enfim, toda a rede de assistência que deveria cuidar bem da nossa população carente está em completo abandono e sendo sistematicamente destruída. Os problemas vão desde a falta de funcionários (quantidade mínima como determina a Lei de Assistência Social), falta de veículos, de combustível, de alimento…

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A situação mais catastrófica é notada no abrigo das crianças e adolescentes. Essas, que já vêm de situação de extrema vulnerabilidade social, são jogadas num depósito em situação mais degradante do que nos campos de concentração nazista. Nesse ambiente inóspito, elas convivem com a sujeira, com a fome, dormem no chão em colchões improvisados e em quartos abafados,  e ainda convivem com o perigo proporcionado por marginais que transitam livremente no local.

O relatórios dos Conselhos apresentam um paradoxo: enquanto falta verba para alimento, para pagar energia, para equipamentos, para transporte, existe contratos milionários para todos esses itens que são constantemente aditados. Além das verbas do governo federal que entram nos cofres da prefeitura que deveriam proporcionar provimento de todas as necessidades.

Uso político-eleitoral

Desde o início da gestão, o prefeito Valmir vem usando as secretarias como moeda de troca para conseguir apoio político dos partidos. Com a SEMMAS não têm sido diferente. Essa prática perniciosa vem causando enorme prejuízo na política de assistência social do município e proporcionando enorme sofrimento às famílias vulneráveis. Cestas básicas, remédios, auxílio funeral, kit natalidade… O quê é isso? No papel, tudo isso existe. Mas vá procurar na SEMAS para ver o que acha!

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A SEMAS atualmente é comandada pelo vereador Marcelo Parceirinho (PMDB) que segue à risca o plano de destruição da política pública de assistência social.

Confira imagens do abandono:

 

Fonte: Luiz Vieira 



 

 

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