Assessor de Darci é suspeito de envolvimento na morte de policial

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on linkedin
Share on telegram
Prefeitura de Parauapebas/ Imagem: Jorge Clésio

Foi decretada previsão preventiva de Ivaldo da Silva Santos, suspeito de participação no assassinato do policial federal Ramon Santos Costa. A detenção aconteceu na tarde de sexta-feira (29), na casa de Ivaldo. O mandado foi expedido pela Vara Única de Goianésia do Pará e cumprido no mesmo dia por equipes das Polícias Federal e Civil.

Antônio Araújo, advogado de Ivaldo, afirmou ao Correio de Carajás que o cliente não tem envolvimento com o crime. A versão dele é de que houve um mal-entendido durante as investigações do caso. Segundo Antônio, a polícia encontrou no aparelho celular de um dos envolvidos no crime, mensagens trocadas com o assessor.

A defesa alega que as mensagens não têm nenhuma ligação com o ocorrido. E completa afirmando que Ivaldo – que faz parte de movimentos sociais na cidade, atuando em ocupações próximas a Parauapebas – não possui histórico de atividades ilícitas.

Durante conversa com o advogado na manhã de sábado (30), Ivaldo confirma que dialogou com um dos suspeitos. Ele diz que essa troca não tinha nenhum teor criminoso e nem havia nada intimista, ou que levasse a crer que entre eles houvesse algo sendo planejado. Não se sabe ainda a identidade da outra pessoa, somente que é um dos suspeitos envolvidos no crime.

  Salão de Artes Movimenta Pebas abre chamada para seleção de artistas plásticos de Parauapebas

“Geralmente, a polícia, quando encontra alguma situação, tenta ir a fundo para descobrir. Como encontrou as mensagens no celular, ela prende a pessoa para tentar descobrir mais coisas”, argumenta.

Completa explicando que uma ordem judicial vem da necessidade que a justiça tem de apurar melhor a situação, sendo uma ação que visa pressionar o suspeito ao prendê-lo, para que dessa forma ele revele algo que possa contribuir as investigações. Segundo alegações do advogado, Ivaldo não tem nada a contribuir à investigação. “Sua relação com a pessoa envolvida no assassinato foi de cerca de um mês e meio, com conversas esporádicas”, finaliza.

O advogado será habilitado ao processo nesta semana. Até então a investigação corre em segredo de justiça.

RELEMBRE O CASO

Em outubro de 2021, Ramon Santos Costa, policial federal, foi morto durante um assalto realizado em um ônibus de uma empresa interestadual. A vítima era lotada em Belém.

A cerca de 35 quilômetros da cidade de Goianésia do Tocantins, o transporte foi interceptado por três homens armados. O policial federal reagiu ao assalto e atirou em um dos assaltantes. Outro integrante do trio disparou contra ele, que morreu ao chegar no Hospital Municipal de Jacundá. (Luciana Araújo)/Correio de Carajás

  Governo do Pará e Vale entregam Usina da Paz de Parauapebas



 

 

Já sabe quem são os candidatos do seu estado pra eleições 2022?

AC AL  AM  AP  BA  BRASIL  CE  DF  ES  GO  MA  MG  MS  MT  PA  PB  PE  PI  PR  RJ  RN  RO  RR  RS  SC  SE  SP  TO 

Deixe uma resposta

Ofertas