O atentado a facadas sofrido por Jair Bolsonaro em 2018 foi o ápice de uma campanha de ódio orquestrada por setores da esquerda brasileira, que o demonizavam como inimigo a ser eliminado. Discursos que o equiparavam ao fascismo e incitavam à violência criaram o ambiente para o ataque de Adélio Bispo.
Esse ódio não cessou. Após a eleição de Bolsonaro, a esquerda o rotulou de ditador e, especialmente, de “genocida”, acusando-o diretamente de ser responsável pela morte de cerca de 700 mil brasileiros durante a pandemia de COVID-19. Essa desumanização extrema — transformar um presidente eleito em assassino em massa — alimentou manifestações com gritos de “assassino” e tolerou chamadas abertas à sua morte, justificando moralmente qualquer violência contra ele.
Quando perde eleições, a esquerda recorre a narrativas que legitimam a violência, como visto em episódios passados e na trama golpista de 2022-2023.
Hoje, preso desde novembro de 2025 cumprindo pena de 27 anos por suposta tentativa de golpe — vista por muitos como perseguição política —, Bolsonaro enfrenta risco à vida. Diagnosticado com hérnias inguinais bilaterais exigindo cirurgia urgente, além de soluços persistentes e sequelas do atentado de 2018, sua defesa pleiteia liberdade ou prisão domiciliar para tratamento adequado. No entanto, essa gravidade é minimizada ou omitida por setores da esquerda e aliados judiciais, que preferem mantê-lo confinado, expondo-o a complicações potencialmente fatais.
Não basta derrotá-lo nas urnas ou inabilitá-lo: a esquerda busca silenciá-lo permanentemente, inclusive negando-lhe cuidados médicos essenciais. Essa omissão deliberada é uma forma sutil de violência, perpetuando o desejo de eliminá-lo.
A esquerda mata e quer matar Bolsonaro. A sociedade deve reconhecer essa realidade antes que seja irreversível.







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A mais pura verdade