Trabalhar com diversidade

Empresas investem em transformação cultural visando inclusão e valorização dos mais diversos perfis da sociedade
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Caminhão fora de estrada na mina de Carajás

“Eu acredito na transformação! Desde 2019, quando decidi ocupar meu lugar de fala, defender a diversidade e a inclusão se tornou meu propósito de vida”. A afirmação é da técnica mecânica da Usina de Carajás, em Parauapebas, Pamella Almeida, que coordena de forma voluntária o Grupo de Afinidade LGBTQIA+ do Corredor Norte, abrangendo as operações do Pará e do Maranhão da companhia.

Pamella Almeida coordena de forma voluntária o Grupo de Afinidade LGBTQIA+ do Corredor Norte.

“Hoje estamos vivenciando um trabalho de construção de um ambiente mais inclusivo na empresa. A Vale está aberta e quer nos ouvir. E está comprometida em proporcionar um ambiente seguro e que valorize todas as diferenças e singularidades de cada um de nós. Como representante da comunidade LGBTQIA+ na empresa, posso dizer que temos ainda uma longa jornada pela frente, mas estamos caminhando, sensibilizando lideranças, colegas de trabalho, prestadores de serviço, reforçando a importância da diversidade e do respeito!”

No Pará, a empresa mantém 32 mil empregos, entre próprios e terceirizados, e procura incluir os mais diversos perfis da sociedade onde atua. Segundo a empresa, todos os programas de porta de entrada e recrutamentos em geral levam em conta a diversidade.

De acordo com a gerente global de Diversidade e Inclusão da Vale, Viviane Ajub, promover a inclusão e valorizar a diversidade está em linha com o propósito da Vale de melhorar a vida das pessoas e transformar a sociedade. “A empresa está comprometida em promover um ambiente de valorização e respeito das singularidades de cada pessoa onde todos tenham igualdade de oportunidades para desenvolver seu potencial”, afirma.

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A Gerência Global de Diversidade e Inclusão está vinculada à vice-presidência de Pessoas, que possui um planejamento para o tema contemplando as diversas dimensões e levando em conta as diferenças culturais dos países onde a Vale atua. A companhia respeita todas as orientações sexuais e identidades de gênero e não tolera nenhum tipo de assédio, discriminação e preconceito.

No Programa de Trainee ano passado, por exemplo, houve um olhar cuidadoso para a igualdade de gênero e a região de origem. A empresa alcançou, entre os aprovados no processo seletivo percentual expressivo de mulheres (61%) e também quintuplicou de um ano para outro a quantidade de trainees das regiões Norte e Nordeste, que somaram 16,5%. Este ano começaram a trabalhar como trainees na Vale 144 profissionais recém-graduados, sendo 68% mulheres. Dos 144, 66% se autodeclararam pretos ou pardos no momento da inscrição.
Entre 2020 e 2021, o Programa de Formação Profissional priorizou a contratação de talentos femininos. Foram admitidas mil mulheres para atuar nas unidades operacionais da Vale em todo o Brasil.

Em maio deste ano, a empresa abriu processo seletivo dando prioridade a profissionais com deficiência. Foram cerca de 200 vagas para diversos cargos, em áreas operacionais e administrativas, incluindo o trabalho remoto.



 

 

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