China registra pior crescimento trimestral desde 2009

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on linkedin
Share on telegram

A China registrou um crescimento de 6,9% no terceiro trimestre, o pior resultado desde a crise financeira de 2009, segundo os dados oficiais divulgados nesta segunda-feira que confirmam a desaceleração da segunda economia mundial.

O resultado divulgado pelo Escritório Nacional de Estatísticas (BNS) é levemente superior à média das previsões dos analistas consultados pela AFP, que projetavam 6,8%.

No primeiro trimestre e segundo trimestre, o aumento do Produto Interno Bruto (PIB) foi de 7%. Em 2014, o país cresceu 7,3%.

Nos três primeiros trimestres do ano, o PIB chinês acumula crescimento de 6,9%, segundo o BNS.

Para 2015, o governo de Pequim estabeleceu a meta de crescimento “por volta de 7%”, o que seria o menor resultado em 25 anos.

Muitos analistas, no entanto, consideram os números do governo supervalorizados em relação à verdadeira desaceleração da economia, com um pano de fundo de indicadores de atividade alarmistas.

As estatísticas mensais publicadas nesta segunda-feira apontam um cenário lento da conjuntura.

O BNS classificou de “leve” a desaceleração do crescimento, mas o porta-voz do organismo oficial de estatísticas reconheceu que “o entorno econômico interno e externo continua sendo complicado”.

“Persistem pressões de baixa do desenvolvimento econômico”, disse o porta-voz do BNS.

Em setembro, o índice em ritmo anual da produção industrial registrou aumento de 5,7%, muito abaixo do resultado de 6,12% de agosto.

As vendas varejistas, um termômetro do consumo residencial do país, registram uma leve aceleração, a 10,9% em ritmo anual.

Os investimentos em capital fixo – que refletem em particular os investimentos públicos em infraestruturas – registraram aumento, em ritmo anual, de 10,3% nos primeiros nove meses de 2015, o que indica uma desaceleração considerável.

O governo chinês destaca “a nova normalidade” de um crescimento menos vigoroso, consequência da política de buscar um novo equilíbrio econômico orientado para o consumo interno, os serviços e a alta tecnologia, em detrimento da indústria pesada e das exportações.

Mas os indicadores decepcionantes divulgados nesta segunda-feira confirmam as dificuldades do principal motor do crescimento econômico mundial e podem aumentar a inquietação, provocada pela forte queda nos últimos meses das Bolsas chinesas e por uma forte desvalorização do iuane.

Redação do Portal Canaã com Informações do Portal Exame



 

 

Já sabe quem são os candidatos do seu estado pra eleições 2022?

AC AL  AM  AP  BA  BRASIL  CE  DF  ES  GO  MA  MG  MS  MT  PA  PB  PE  PI  PR  RJ  RN  RO  RR  RS  SC  SE  SP  TO 

Deixe uma resposta

Ofertas