Bolsa Família terá reajuste, diz ministra do Desenvolvimento Social

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Em entrevista a jornal, Tereza Campello confirmou reajuste. Veto de Dilma foi para evitar que o programa se atrelasse à inflação.

Em uma edição extra do Diário Oficial publicado na última sexta-feira, 1ª, a presidente Dilma Rousseff vetou um reajuste da Lei Orçamentária da União que previa a atualização da inflação acumulada nos últimos 20 meses do programa social Bolsa Família.

Em entrevista ao jornal O Globo, a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, disse que o aumento irá ocorrer, mas sem a certeza de quando ou quanto será o reajuste. “Existe a previsão de ter aumento no Bolsa Família, na casa de R$ 1 bilhão, que pode ser um pouquinho maior, dependendo do comportamento da economia”, disse a ministra.

A emenda vetada pela presidente, que propôs o reajuste com base na inflação, foi do senador Aécio Neves. A ministra Tereza Campello disse se preocupar com a “ideia de indexar o Bolsa Família à inflação”. Se aprovada, a emenda teria um impacto orçamentário de R$ 3 bilhões. O senador Aécio Neves criticou o veto e disse que com isso, a presidente “sacrifica a população que mais precisa do apoio do governo”.

“É uma proposta completamente descabida. Usar o argumento de que recompõe perda inflacionária é desconhecer o que ocorreu com os mais pobres nos últimos anos”, disse a ministra em resposta.

De acordo com a ministra, o veto ocorreu porque Dilma não queria atrelar o aumento do benefício a inflação, e assegurou que não haverá qualquer veto da presidente sobre o orçamento do Bolsa Família, que deverá ser de R$ 28,8 bilhões, como prevê o Senado.

 

Portal Canaã com informações da ÉPOCA



 

 

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