A Vale encerrou 2025 com um recado claro ao mercado: planejamento, execução e estabilidade operacional seguem dando resultado. Em todos os seus segmentos de negócios, a companhia superou os guidances de produção estabelecidos no início do ano, consolidando um dos desempenhos mais consistentes da última década.
Dando sequência à nossa série especial sobre os projetos que puxaram esse resultado, o destaque desta vez vai para dois protagonistas do cobre no Pará: Sossego, em Canaã dos Carajás, e Salobo, em Marabá.
Os números ajudam a contar essa história. A produção de minério de ferro e cobre alcançou o maior nível desde 2018, com 336 milhões de toneladas de minério de ferro e 382 mil toneladas de cobre. Já o níquel também mostrou força, com 177 mil toneladas, o maior volume desde 2022. O desempenho reflete diretamente o ramp-up dos projetos-chave e a continuidade de uma operação estável ao longo do ano.
No Complexo de Salobo, os resultados foram históricos. A produção de cobre cresceu 4,0 mil toneladas na comparação anual, atingindo 62,9 mil toneladas no trimestre — o maior volume trimestral já registrado pelo ativo. O avanço foi sustentado pela estabilidade operacional do complexo e pelo forte desempenho integrado das atividades de mina e usina, confirmando Salobo como um dos principais pilares da estratégia de cobre da Vale.
Já em Sossego, o crescimento também foi consistente. A produção de cobre aumentou 0,5 mil toneladas ano a ano, chegando a 18,6 mil toneladas no quarto trimestre. O resultado foi impulsionado pela alta taxa de utilização dos ativos e por operações estáveis, reforçando a maturidade operacional do projeto em Canaã dos Carajás.
Em um ano marcado por desafios globais e volatilidade no setor de mineração, Sossego e Salobo mostraram que eficiência operacional e disciplina na execução seguem sendo diferenciais competitivos. Em 2025, o Pará não apenas entregou volume entregou confiança.








