Com minério em alta, Canaã dos Carajás e Parauapebas começam 2026 com sorriso de orelha a orelha

De um lado Canaã do outro Parauapebas

Que início de 2026, meus amigos. Em Canaã dos Carajás e Parauapebas, o humor mudou de patamar e não é força de expressão. O sorriso está largo, de orelha a orelha, embalado pelo som metálico que mais importa para a região: o do minério de ferro subindo no mercado internacional.

A commodity atingiu o maior preço desde fevereiro, impulsionada pela expectativa de novos estímulos macroeconômicos na China. O velho roteiro conhecido do mercado voltou à cena: Pequim sinaliza apoio à atividade, o aço reage, e o minério corre atrás.

Resultado? Os contratos futuros avançaram pelo quarto dia consecutivo e já flertam com os US$ 109 por tonelada em Cingapura um patamar que reacende o apetite dos investidores e faz as ações do setor brilharem no pregão.

No Brasil, o reflexo é imediato. A Vale volta a ser protagonista e já tem analista cochichando sobre nova máxima histórica no horizonte. Para as cidades que vivem o dia a dia da mineração, isso significa mais arrecadação, mais empregos e aquele clima de “agora vai” que todo começo de ano adora prometer. Em Canaã e Parauapebas, 2026 começou como quem diz: segura, porque o trem do minério voltou a acelerar.

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