Áreas de pastagens no projeto S11D já ganham o verde da floresta

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O total de 2.221 hectares de áreas degradadas da rica Floresta Amazônica, o equivalente a mais de 2 mil campos de futebol,  está em recuperação no Projeto S11D, em Canaã dos Carajás. O resultado é fruto dos três primeiros anos de desenvolvimento do chamado Corredor Ecológico, programa que vem sendo implantado pela Vale, com a parceria do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) e acompanhamento do  Ibama.

O programa consiste em reestabelecer a conectividade entre fragmentos de habitat de floresta existentes na região amazônica do Pará e gerar como o próprio nome diz, um grande corredor ecológico. O Corredor promove um ambiente favorável, para o movimento de organismos vivos tanto plantas e animais. Isto porque, a fragmentação e a redução de habitats, em virtude da interferência do homem, provocam vários tipos de distúrbios, como o isolamento de populações e perda de variabilidade genética na flora e na fauna.

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Imagem de satélite evidencia o avanço no reflorestamento da área em um comparativo entre 2012 e 2015

Para execução do programa, como parte da compensação ambiental determinada pelo IBAMA, para emissão da licença do projeto Ferro Carajás S11D, em 2013, foram adquiridas pela Vale áreas no entorno  de toda planta de construção da mina e usina do S11D, no município de Canaã dos Carajás. Hoje, com imagens de satélite comparando 2012 e 2015, é possível ver o verde das árvores tomar a cor e forma novamente no lugar do quase vazio de áreas antes de pastagem. 

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“A Vale adquiriu áreas em todo o entorno do projeto, para assegurar a compensação e formar um grande corredor  ecológico. O resultado ultrapassa a condicionante de obra, para dar vida a espécies de plantas, que haviam sido desmatadas e resgatar o habitat natural de animais típicos da Amazônia”, destaca o Líder de Socioeconomia e Meio Ambiente do Projeto Ferro Carajás S11D, Leonardo Neves.

Para o Chefe da Floresta Nacional de Carajás, Frederico Drumond, programas como esse só trazem ganhos para a Flona. “Um dos principais efeitos do desmatamento é a perda de habitat dos animais e o programa de conectividade vem justamente favorecer a ampliação do habitat dos animais silvestres, aumentar a dispersão de espécies e a biodiversidade. O programa tem ainda uma importante relação com a preservação da Arara Azul, com o replantio de espécies como Axixá  e as palmeiras de onde elas fazem seus ninhos e se alimentam, além de principalmente restaurar um ambiente antes de pastagens, que agora volta a ser o que era antes, Floresta”.

Entre as técnicas adotadas para o resultado está o cercamento de áreas para favorecer o processo de sucessão natural, aceiros nas antigas propriedades para impedir a propagação dos incêndios, uso de topsoil (primeira camada do solo orgânico, que contém todo o material genético da flora, sementes e plântulas) em áreas de pastagem e a realização de plantios de enriquecimento com mudas nativas. As áreas de nascentes e áreas ciliares dos rios são priorizadas nesta reposição. 

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Paralelamente, para atração da fauna silvestre, foram criados nichos, ou seja, amontoados de galhos, pedras e resíduos orgânicos ou poleiros. A fauna tem papel fundamental na dispersão de sementes, conservação de nutrientes, controle populacional e na gradual e espontânea reintrodução das várias espécies.  Além do Corredor, a empresa tem realizado ainda ações educativas que estimulem a restauração florestal em propriedades do entorno e no próprio município de Canaã dos Carajás, sede do projeto S11D.

Com este total de 2221 hectares, a Vale já reabilitou, em apenas três anos, 80% do total de área empregada para a construção do projeto. De acordo com a condicionante, a Vale teria até 10 anos para recuperação da área total.  O programa se estenderá ainda por toda a implantação e operação do projeto Ferro Carajás S11D e deverá ser finalizado com o fechamento do empreendimento. O corredor será fundamental para proteger ainda mais a Floresta Nacional de Carajás.

 



 

 

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