Alunos com dificuldades de aprendizagem têm educação especial no Primeiro Mundo

Centro Educacional promove a inclusão de alunos autistas e com Síndrome de Down, com a conscientização de toda a comunidade escolar.
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Unidade Primeiro Mundo em Canaã dos Carajás Foto: Divulgação

Desde o início do ano letivo de 2022, O Centro Educacional Primeiro Mundo abriu as portas no Pará, em Canaã dos Carajás e Ourilândia do Norte. A instituição, fundada no Espírito Santo, tem como um de seus principais pilares a preocupação com a inclusão de todos os alunos. Há uma atenção especial às crianças e adolescentes com deficiência intelectual e dificuldades de socialização, de olho nas particularidades de cada um.

Ensino personalizado

O grande desafio na educação de crianças com dificuldades em aprendizagem é encontrar profissionais que, de fato, façam a inclusão desses alunos, de acordo com a Coordenadora de Educação Especial Ana Vieira, da unidade Primeiro Mundo Canaã dos Carajás. Ela explica que cada um tem uma maneira própria de aprender.

Muitas crianças com Síndrome de Down e no Espectro Autista, por exemplo, podem ter obstáculos relacionados à linguagem, raciocínio lógico, memória, socialização e autonomia. Por isso, a escola precisa adotar estratégias, como a adaptação dos conteúdos planejados para o nível de conhecimento do estudante.

“Além disso, nosso método inclui a fragmentação do conteúdo a ser ensinado, trabalhando um tópico de cada vez. A linguagem utilizada é a mais simples e clara possível, com a produção de material didático complementar àquele que é visto em sala. Oferecemos suporte físico ou visual, quando necessário”, ressaltou a coordenadora.

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O Centro Educacional Primeiro Mundo ainda tem atendimento especializado no contra turno escolar para os alunos com deficiência e dificuldades de aprendizagem.

Acolhimento

Na unidade de Canaã dos Carajás, há crianças e adolescentes com Síndrome de Down na Educação Infantil, Ensino Fundamental Anos Iniciais e Anos Finais. No Brasil, em média, uma em cada 700 crianças nascidas vivas tem a diferença genética, caracterizada pela trissomia do 21º par de cromossomos, ou seja, em vez de dois, há três exemplares. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que cerca de 300 mil pessoas têm síndrome de Down no País.

Foto: Divulgação

Com o Dia Mundial da Síndrome de Down, celebrado em 21 de março, o mês é marcado pela conscientização da sociedade sobre essa ocorrência genética. Pensando nisso, a escola preparou uma ação especial para lembrar toda a comunidade escolar da importância do respeito, compreensão e amizade para os alunos com Down.

“Recebemos essas crianças com murais, imagens e uma espécie de moldura para que elas pudessem fazer fotos com os colegas de sala e com o restante da comunidade escolar. Todos os estudantes e colaboradores receberam, ainda, adesivos com o símbolo do Dia da Síndrome de Down”, lembrou a especialista em educação especial.

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“Em cada nível de ensino, exibimos um vídeo curto – que variou de acordo com a faixa etária – conscientizando os alunos sobre o tema. Na Educação Infantil e Fundamental Anos Iniciais, as turmas também fizeram cartazes em homenagem aos colegas e até mesmo um desenho feito com o rosto da amiguinha com Down. As famílias ficaram muito felizes e emocionadas ao verem o carinho da comunidade escolar com os seus filhos”, completou Ana.

A unidade já está montando um projeto especial para acolher as crianças e adolescentes no Espectro Autista, da Educação Infantil até o Ensino Médio, em homenagem ao Dia Mundial do Autismo, celebrado no dia 2 de abril.



 

 

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