Caio Fernando Abreu completaria 70 anos no dia 12 de setembro.
O campeão de frases nas redes sociais uma vez escreveu: “Eu queria tanto que alguém me amasse por alguma coisa que eu escrevi”!
Vinte e dois anos após a sua morte, esse amor por Caio e sua escrita é mais do que uma realidade.
E quem quiser conhecer um pouco mais do escritor gaúcho, que morreu aos 47 anos de idade, não pode perder a exposição “Caio Fernando Abreu – Doces Memórias” que vai ocupar a Galeria Acervo do Museu Nacional da República de 13 de setembro a 27 de outubro, com entrada franca.
Liana Farias, produtora executiva da exposição conta que muita gente ainda acha que Caio Fernando Abreu está vivo.
Cartas, manuscritos e documentos da vida pessoal e profissional foram emprestados pela família do autor e pelo acervo do Delfos – Espaço de Documentação e Memória Cultural para dar ao visitante a chance de conhecer originais que apenas pesquisadores têm acesso.
A inseparável máquina de escrever, que apelidou de “Virginia Wolf”, e o laptop “Robocop” completam também poderão ser vistos de perto em um espaço especial.







