A cada dia o conceito de CRISE, implantados pelos governantes da região Carajás vem caindo por água abaixo em razão dos principais indicadores econômicos e dos valores que eles representam e que não vêm sofrente bastante oscilações, caso real dos maiores municípios mineradores do Pará e do Brasil, Canaã dos Carajás e Parauapebas.

Fechando o mês de Janeiro, com todos os encargos arrecadatórios, incluindo impostos, a “terra prometida” obteve um receita mensal de R$23,5. Este valor é inferior ao mesmo período de 2016 que se somaram R$33 mi, mas se iguala a 2015 onde o patamar foi o mesmo. Já para Fevereiro de 2017 o município obteve uma pequena alta na arrecadação mensal, subindo para R$24,4 milhões, deste valor R$15,4 milhões fora somente em impostos municipais.

Em Janeiro noticiamos que Canaã dos Carajás havia arrecadado só em Impostos R$ 21,1 milhões, e que resultou em um recorde histórico, ultrapassando o município de Marabá, exponencialmente maior.

Apesar de Canaã dos Carajás, fechar 2016 com queda de 21% em recebimento de royalties o ano inicia favorável para a Prefeitura Municipal comparados municípios maiores e que ‘tocam o barco’ com menos recursos, o município já recebeu este ano R$4,4 milhões pelo CFEM e R$10 milhões pelo ICMS.

Lei

A Lei do Imposto na Nota (Lei nº 12.741/12, de 8 de dezembro de 2012) nasceu com o intuito de informar ao cidadão o quanto representa a parcela dos tributos que paga a cada compra realizada. É importante lembrar que esse direito é assegurado pelo artigo 150, § 5º, da Constituição.

Redação/Portal Canaã