É crescente o número de placas e faixas de “aluga-se” ou “vende-se” em imóveis comerciais da cidade de Canaã dos Carajás, principalmente no centro de compras. O número de lojas que fecham as portas só aumenta num cenário de crise econômica, que afeta entre outros setores o comércio e por consequência destrói postos de trabalho.

Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério do Trabalho, de janeiro a maio deste ano 374 trabalhadores foram demitidos na terra prometida como é conhecido o município de Canaã dos Carajás.   Foi o pior resultado da série histórica do Ministério do Trabalho, iniciada em 2007. Nesse quadro de forte retração, houve apenas 272 contratações, neste fechamento recorde foram destruídos 102 postos de trabalho.

Acompanhando as demissões dos últimos 10 anos, no período de janeiro a maio a reportagem do Portal Canaã identificou no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED),  que em 2016 foram  (317 demissões), 2015 (331 demissões), 2014 (355 demissões), 2013 (235 demissões), 2012 (214 demissões), 2011 (137 demissões), 2010 (143 demissões), 2009 (135 demissões), 2008 (79 demissões) e 2007 (63 demissões). As funções que mais desligaram foram vendedor com 94 desligamentos seguido de operador de caixa que registrou 58 demissões e repositor de mercadorias com 21 desligamentos.

Reportagem/Portal Canaã